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Subsídios para Elaboração e Implantação da Agenda 21
do Município de Campinas - SP

Diagnóstico Ambiental de Campinas - Vegetação

A vegetação que originalmente recobria o município de Campinas era formada por um mosaico de formações. Predominavam as florestas altas e densas, com grandes árvores de troncos retilíneos, conhecidas historicamente como Mato Grosso (Florestas Estacionais Semideciduais).

Essas florestas eram entremeadas de formações mais abertas: em alguns trechos haviam árvores de médio e grande porte, mas de troncos tortuosos e suberosos, compondo o Cerradão; em outros locais era comum a presença de árvores de pequeno porte e arvoretas esparsas, constituindo o Cerrado; finalmente, também eram comuns as Campinas, trechos onde o solo era coberto exclusivamente por vegetação herbácea (Campo Cerrado ou Campo limpo).

Estudos recentes acrescentaram à essa vegetação original outras duas formações: as Matas de Brejo (Florestas Higrófilas ou Paludosas), encontradas junto às várzeas e nascentes, e a Vegetação Rupestre dos Lajedos Rochosos, em trechos montanhosos de maior altitude.

A exemplo do que ocorreu em todo o país, o município de Campinas sofreu uma drástica redução da sua cobertura vegetal. Com a ocupação do espaço, seja no meio rural ou urbano, a vegetação nativa ou foi eliminada ou foi fragmentada em pequenos remanescentes. Em 1999, essa vegetação remanescente estava reduzida a 2,6% da área municipal, em grande parte representada por fragmentos isolados de Florestas Estacionais Semideciduais (2,4%), a maioria muito a extremamente perturbados. O percentual restante é constituído por trechos de Cerrado, Matas de Brejo e Vegetação Rupestre, todos seriamente ameaçados de extinção local. A Campina, formação vegetal que deu o nome ao município, já foi definitivamente extinta.

Embora a cobertura vegetal de Campinas esteja numa situação crítica, o município ainda é tradicionalmente reconhecido em função das áreas verdes que possui, constituídas tanto pelos remanescentes naturais como também pelos parques, bosques e praças distribuídos pela cidade, ou ainda pela diversidade de espécies encontradas na arborização urbana. No entanto, mesmo essas áreas produzidas artificialmente, e que são vitais para a qualidade de vida da população, não terão condições de se manter caso não sejam corretamente manejadas.

Este trabalho reúne dados sobre as principais áreas verdes e remanescentes florestais do município de Campinas. A metodologia adotada buscou disponibilizar, de forma clara e acessível, os resultados dos estudos científicos já realizados sobre esse tema e que colaborem para o manejo e gerenciamento desse patrimônio.

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Responsáveis: Marta Camargo de Assis e Natália Macedo Ivanauskas

Atualizado em 22/04/2003

 

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